Apenas um desabafo

Não sou alguém fácil de conviver, sei disso. Faço tempestades, ajo por impulso, e às vezes me arrependo. Tenho uma TPM destruidora e sou sensível ao extremo, se estou triste, choro litros, mas se estou alegre, solto sorrisos até as orelhas e tento contagiar o ambiente.  Tenho mania de sinceridade constante, e por isso, acabo magoando certas pessoas, com essa coisa de falar sempre o que eu penso. Entendo, nem todo mundo é igual a ninguém, tem gente que entende essa minha franqueza como “tirada” ou “arrogância”. Mas quem me conhece sabe que sou assim. Não guardo o que sinto, especialmente se tenho intimidade com você. Falo mesmo. Falo sobre o que me agrada, sobre o que me incomoda. Se você me chateou, não vou fechar a cara, me afastar e ficar fria sem te dar explicações, esperando o tempo ajeitar as coisas.  Vou te procurar,  abrir o jogo, explodir sobre tudo o que penso e tentar resolver, com a maior boa vontade do mundo. Ao menos que você não faça diferença para mim. Mas sabe, gosto de ser assim, sabe por quê? Às vezes magoamos as pessoas sem intenção, a gente erra e nem sabe. Seria bom que as pessoas, ao invés de se afastarem e se perderem, fossem abertas: “Olha, não gostei do que você fez” ou “O que eu fiz para te magoar?”.  Se gosto de você, luto para ficar bem com você. Outra coisa, não faço nada que me desagrade para agradar aos outros, aprendi isso com minha mãe. Um pouco de egoísmo é necessário, por questão de sobrevivência mesmo. Se você me convidar para um programa, e eu for, pode ter certeza absoluta de que ali eu queria estar, não fui por consideração, educação e afins.  Fui porque  quis e ponto. A pior coisa é fazer algo contra a própria vontade. Sou uma boa amiga, sempre valorizei amizades. Sei dar conselhos, adoro ajudar, tenho até um lado psicóloga, eu acho. Sei consolar meus amigos, sei chorar com eles, sei passar a mão na cabeça, mas também sei dar bronca. Já que me pediu conselho: agora agüenta. E Tenho um grande defeito: Não sei engolir sapos. Tem coisa que não desce, sabe? É mais forte que eu. Sou muito bacana, até que pisem no meu calo ou no calo de quem eu amo. (Sim, eu tomo as dores pelas pessoas significantes na minha vida). Não tolero ofensas, falta de educação, falsidade, cinismo. Ignoro quem não gosta de mim, afinal, é impossível agradar a todos. Mas não sei me calar diante de certos absurdos. Também sei ser má, afinal, ninguém é bonzinho o tempo todo. Tenho uma amiga que já até me pediu um favor muito engraçado, uma vez.  Era para fazer uma carta falando umas ‘verdades’ para uma pessoa, como se fosse ela. Quando perguntei por que fui escolhida ela disse “Você é boa com as palavras, sabe machucar, sabe atingir a pessoa”. Eu podia considerar isso como uma crítica, mas confessei: “É, quando eu quero, eu sei mesmo”. E também sei reclamar meus direitos e valorizo um bom atendimento. Não volto a um lugar em que fui mal atendida, jamais. Tenho bom humor e adoro que me façam rir, rir muito, de verdade. Mas não sei rir de tudo. Às vezes, as pessoas riem exageradamente de coisas banais e eu fico achando que tenho algum problema, sei lá. Não sei forçar. Ahhh, também não sei suportar quem não me faz bem, procuro me afastar e mantenho pertinho só quem me faz mais feliz. Gosto de ambientes leves, sem conspirações, sem olhares desconfiados, sem sorrisos forçados. Gosto da transparência. Outra coisa, não sei esconder minha dor, às vezes ela extrapola para fora de mim, me entrega no olhar, no sorriso sem graça de canto de boca e às vezes acaba escorrendo pelos olhos. Tenho o gênio forte, não sou boba, mas sou boa. Sei dizer não quando preciso, mas não sei dizer não para vendedores ambulantes de balas, de pano, de agulha, caneta ou qualquer outra bugiganga. Algo dentro de mim me toca e me incomoda, fazendo eu me sentir na obrigação de comprar, apenas para ajudar. Imagino as dificuldades que a pessoa enfrenta e de como aquele dinheiro será importante para ela.  Ahh, enfim, sou um amontoado de coisas, sentimentos e sensações. Por trás desta casca de durona, determinada e decidida, há alguém sensível e, diversas vezes, insegura, sem chão, sem rumo. Mas sempre me levanto e prossigo. Tenho traços que são qualidades aos olhos de uns e defeitos aos olhos de outros… Nada é definido, tudo sempre relativo. Mas o que importa é que estou sempre em busca de me tornar melhor aos meus olhos. Luto, diariamente, e peço a Deus para me tornar alguém mais forte, mais sábia, mais feliz. Claro, sem deixar de ser eu mesma.

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Pausa para o amor

Chegada do Carnaval aumenta o número de solteiros no Facebook e assusta Mark. Esta foi a notícia que saiu um dia desses no portal G17.

Não foi só o Zuckerberg que se assustou. Eu, mesmo sabendo que isso acontece (mesmo!), ainda me assusto ao constatar que existem notícias assim, relacionamentos assim e, principalmente, homens assim.

É impressionante como nessa época todo mundo resolve entrar em “crise”. Qualquer coisinha é motivo de término em vésperas de folia. “Preciso de um tempo, meu bem, nosso relacionamento caiu na rotina, está desgastado.” Há-há. Não me diga. E só agora você se deu conta disso, bebê?

Pausa para o amor. O carnaval chegou. O cara embarca com os amigos para a curtição e, sem olhar pra trás, deixa a namorada aqui, apenas com um controle remoto para assistir as escolas de samba pela TV. Tudo isso por um feriado de quatro dias, regado a cerveja, vodka, cachaça, azaração, e beijo na boca em um bando de desconhecidas no cio. (Estou generalizando, meninas).

Será que isso vale mesmo a pena? Sério, não consigo acreditar que um homem que se preze, um homem de verdade, possa largar tão facilmente alguém que, até ontem, ele dizia amar. Cumplicidade, momentos de carinho, companheirismo: tudo invalidado por causa de uma data idiota.

Tenho pena desse tipo de homem. (Digo homem, porque, geralmente, são eles é que realizam essa proeza, mas há exceções, claro. Embora eu acredite que seja raro uma mulher agir assim). Isso pra mim é fraqueza de personalidade e imaturidade. Talvez o cara até goste da garota, mas ele não pode bancar o babaca (de fato ele é um) pros amigos. É uma espécie de complô: Início de fevereiro se aproxima, os solteiros evitam se amarrar e os comprometidos dão um jeito de se desenrolar. Caso não desenrolem, o jeito é pular a cerca mesmo.

Mas besta mesmo é a mulher que se permite ficar em depressão por um crápula desses. Esperta é aquela que se valoriza, ergue a cabeça, faz da canalhice dele uma força para desprezá-lo e, assim, dá a volta por cima.

Avançou o calendário. O carnaval acabou e o ano, de fato, começou. A vida segue seu ritmo e tudo volta ao normal. Rotina, trabalho, estudos, finais de semana chuvosos, vontade de ficar quietinho em casa. Passou a empolgação. Ihh, bateu aquela saudade. Ele cria coragem e tenta recuperar seu amor. Ela diz: O amor ? Ahh…Esse você esqueceu em algum canto do Rio de Janeiro, Salvador, Diamantina, Ouro Preto, Pompéu, que seja.  O único amor que restou aqui é o meu próprio. Quanto a você, espero, de coração, que tenha tido um feriado incrível, pois o meu não poderia ter sido mais produtivo: Serviu para ver o quanto eu me enganei com você, com a gente. Be Happy !

Você não vai com a minha cara?

Os santos não se bateram. Simples. Não há gentileza que eu faça que mude sua opinião a meu respeito.Você bateu o olho em mim, construiu uma imagem, estabeleceu um (pré)conceito e guardou essa visão desfocada dentro de alguma gaveta do seu cérebro preguiçoso. Pronto. Todos os meus esforços para mudar isso serão, portanto, dispêndio de energia em vão.

Nunca entendi esse tal fenômeno de  ‘não-ir-com-a-cara’ . Boba como sou, sempre achei que, para alguém não gostar de mim, eu deveria ter feito algo errado, mesmo que involuntariamente.

Uns descrevem isso como uma espécie de química interior. Energias incompatíveis. Uma força interna que impede a aproximação de dois seres.  Essências que não se cruzam. Ponto final. Outros apelam para o sobrenatural. Fiz algo errado? Talvez sim, mas foi em outra vida. Tentam justificar essa antipatia – aparentemente sem lógica – por inimizades de uma vida passada.

Enfim. Para mim, esse fenômeno nada mais é que uma boa mistura de: preconceito, inveja e amargura.  Sim, preconceito porque julga-se sem conhecer. Há preguiça de adentrar mais a fundo na vida do outro para, posteriormente, tirar conclusões embasadas. Inveja porque a única explicação para se reprimir alguém que nada nos fez é, justamente, o fato de não sê-lo.  E amargura por que ‘não-ir-com-a-cara’ de alguém é também perder a oportunidade de conhecer alguém novo, experiências novas, novas amizades. É auto-estima baixa. É mau-humor. É orgulho.

Tudo bem, ninguém é obrigado a gostar de ninguém. Ser mal educada pode até ser um direito seu. Mas, por outro lado, ser indiferente é um todinho meu. Trate-me mal, finja que não me viu na rua. Seja legal com todos da minha família, e vire a cara para mim. Não me importa. Isso não me causa insônia, não me descabela, nem me dá rugas. A única energia que pretendo gastar com essa sua aversão – que nunca entenderei – termina juntamente com esse texto.

Mania de querer MAIS

Mania de querer MAIS

É, eu tenho a mente inquieta e o coração faminto. Tenho sede de viver, sede de sonhar, sede de amar.

Eu quero. Quero mais cor, mais brilho, mais intensidade. Quero mais insanidade, mais aventura, menos preocupação e um pouco de irresponsabilidade. Quero menos palavras e mais ações.

Quero ser surpreendida, quero vê em seus olhos a vontade de me levar pra qualquer lugar sem olhar para trás. Quero me deitar no seu ombro e admirar as estrelas.

Quero ouvir você cantar no meu ouvido, gestos inusitados num dia comum, quero perder o fôlego, quero um amor sem sentido, quero voltar pro século XVIII, quero mais romantismo.

Quero até as lágrimas depois das nossas brigas bobas , um abraço acolhedor e um beijo dado como se fosse o último. Quero a sua paz para inquietar minha pressa, sua calmaria para equilibrar meu gênio forte, quero seu abrigo, quero o sossego de estar com você depois de um dia tedioso.

Quero mais amor. Quero um refúgio para escapar da realidade dolorosa, da rotina maçante, da vida agendada.

Eu sei, você me acha louca.. Você não tem culpa da minha urgência, da minha mania de querer demais, de sonhar demais, de fantasiar demais. Me regula, me  julga chata, dramática, exagerada, autoritária. Tenta frear meus impulsos e minhas ousadias.

Pode parecer demais, eu sei. Se você quiser, pode até me dizer milhares de frases bonitas, elas até soam bem aos ouvidos, mas não me satisfazem, não matam a minha sede. Que culpa tenho eu de amar demais, sofrer em excesso, acreditar ao extremo. Sou assim, o morno nunca me fascinou.

Pode parecer ilusão, eu também sei. Mas, se você pensar bem, verá que não estou pedindo tanto assim. Só quero ser feliz ao meu modo e ver o clássico “Eu te amo” materializado em gestos impensados, imprevisíveis, insanos e verdadeiros.

Tudo ainda está aqui.

O mundo ainda existe. Eu achei que ele ia desabar quando você deixou de fazer parte dele, mas, por incrível que pareça, ele ainda sobrevive. O céu também. Mais cinzento aos meus olhos, mas ainda está lá quando olho pra cima. Nossa casa ainda está aqui, no mesmo endereço, do mesmo jeito. A aparência interna está um pouco diferente, fizemos algumas reformas, (inclusive agora tem o portão eletrônico que você tanto queria… lembra como era ruim ter de sair do carro para abrir? Rs) mas não nos mudamos. Apesar de todos os cantos terem uma lembrança sua, eu prefiro isso a ter que me mudar para uma casa onde você não esteve, não pisou, não dividiu momentos comigo. Suas roupas, nem todas estão mais aqui. Demos algumas para familiares, amigos ou para necessitados. Mas ainda temos algumas, aquelas que você gostava mais, por exemplo. Sou mórbida mesmo, aquele seu blusão roxo eu guardo comigo, lembro até da última vez que você o usou e nunca o lavamos. Enfim, seu quarto ainda está aqui, bom, na verdade não mais com suas coisas, doía muito ir ao banheiro de madrugada, passar pela sua porta e me dar conta de que você não dormia mais na sua cama, intacta, arrumadinha demais. Mas ele ainda está aqui, sempre será seu quartinho. As pessoas ainda estão ai, algumas se foram depois de você, como a nossa bisavó e nossa avó, mas a maioria está aí, levando suas vidas em frente, trabalhando, estudando, batalhando. Aliás, não temos escolhas, temos? A vida não nos dá a opção de parar, ela exige movimento. Confesso que, para a maioria das pessoas, tudo permanece exatamente do mesmo jeito, a vida delas está, digamos, normal, plena. Não que elas não te amem como nós, era impossível não amar você, mas a dor não deixou cicatrizes nelas como deixou em nós, aqui de casa. Esse buraco só é aberto no peito de quem esteve a vida inteira ao seu lado e jurava que duraria para sempre. Os restaurantes que você gosta, os filmes, os jogos, os brinquedos, seus amigos, tudo está aqui ainda. Seus amigos estão crescendo e eu perdi a referência, o parâmetro para saber a idade deles. Me assustei quando soube que o baile de formatura, que também seria o seu, aconteceu. Me toquei que hoje você já seria um homem e não mais aquele garoto que sempre vou ter em mente. Tudo está, aparentemente, normal. Até as luzes de natal estão aí, firme e forte pela cidade. As coisas que nos deixavam felizes ainda existem, mas perderam aquele sabor, sabe? Aquela sensação de vida leve, tranqüila, divertida… quando tudo o que te falta são apenas coisas e não pessoas, não você. Enfim, como eu venho dizendo, quase tudo ainda está aqui. Eu, afinal, percebi que as coisas não se desmoronam quando a gente pensa que vão desmoronar, não acabam quando a gente quer que acabem, elas perdem o sentido que tinham, claro, mas resistem a essas tempestades da vida. A força que acreditamos que não temos (e não temos mesmo) surge de algum lugar, como se a única opção fosse segurá-la e, então, a gente se segura nela e vai, meio que por impulso. Talvez fingindo que você está apenas fazendo uma viagem ou algo do tipo. Só que, às vezes, essa mesma força sai de cena, nos fazendo desativar o piloto automático e se entregar a fraqueza. Mas, depois de um tempo, ela resolve voltar para novamente nos dar a bengala que sustenta a caminhada. Eu também estou aqui, embora uma parte tenha ido com você. Embora sem aquela ‘eu’ inocente, sonhadora e cheia de manias infantis que só você entendia. A ‘eu’ de hoje é mais realista, pé no chão e insegura com relação à vida, vida que se mostrou muito frágil com a sua partida repentina. Mas essa EU, que ainda está aqui, é a mesma irmã, fã, admiradora, puxa-saco, que nutre e sempre vai nutrir um amor imensurável por você. Há momentos que eu sinto que minha vida é um quebra-cabeça que nunca será completado. Mesmo que tudo daqui em diante dê certo, mesmo que eu consiga encaixar todas as peças, ele nunca será finalizado, sempre vai faltar a sua peça. A sua presença. Vai faltar você. E essa falta não vai passar, eu sei, só mudar. Como diz a sábia Martha Medeiros, o tempo não cura nada, só tira o incurável do centro das atenções….

Proibida a entrada de feios

Padrão de beleza sempre foi um assunto muito polêmico. Muitas pessoas, principalmente as mulheres, são insatisfeitas com sua aparência e tipo físico. Esses padrões, impostos pela sociedade, mídia e revistas de corpos esculturais, interferem no psicológico das pessoas, que não valorizam a própria individualidade.

Mas o que é bonito? Quem tem essa resposta? Quem definiu o que é bonito e o que é feio?

Bom, a rede social Beautiful People acredita que é dona dessa verdade.

A rede, que se diz exclusiva para pessoas bonitas, já rejeitou cerca de seis milhões de pessoas em todo o mundo, além de expulsar 30 mil usuários que conseguiram se cadastrar “por engano” , ou seja, não eram bonitos aos olhos deles.

Os “bonitinhos” ou “simpáticos”, são chutados sem um pingo de piedade. Para ser aceito na rede, você deve preencher um questionário com aspectos como idade, cor do cabelo, olhos, altura, peso, altura, tipo corporal, hábitos de beber e fumar, entre outros. Mas o mais #FÚTIL eu ainda não contei. Como todos sabem, a beleza não é tão importante se você possui uma conta bancária bacana ou um carro de luxo, não é?!

A rede social ainda levanta dados como: patrimônio líquido, casa própria, carro próprio, cargo, entre outros. Ou seja, #STATUS e #GRANA podem ser tidos como #BELEZA.

Curiosa como sou, resolvi me submeter a essa palhaçada e fazer o “teste de beleza” (ou feiúra?) segundo os “bonitões da web”. Fiz o cadastro, e esperei 48horas, tempo de duração da avaliação dos próprios membros da rede, que votam positiva ou negativamente. Antes do término da votação, eu não tinha sequer o direito de navegar na rede.

Me surpreendi ao ver que fui aceita! (e nem precisei mentir sobre meu peso..rs). Dei uma analisada, vi o que as pessoas fazem por lá, e pude constatar uma coisa: são todos um bando de bobos, LINDOS (na opinião deles próprios) e que se acham no direito de apontar quem é feio e bonito.

Abaixo tem um print que dei da interface do site, quando faltavam sete horas para minha “aprovação” (grande coisa).

Qual a utilidade do site? Só uma: Excluir os que não se encaixam no modelo deles (seja por não ter “beleza” ou dinheiro) e aumentar o EGO dos participantes, que se sentem os Deuses da web!

Por uma vida melhor ? ? ?

Recentemente, li uma matéria sobre o livro didático “Por uma vida melhor” em que ocorre (sim, podem falar que eu tenho preconceito linguístico) um verdadeiro assassinato da língua portuguesa! O livro permite que o aluno fale “os livro”, “nós pega”, entre outras barbaridades! Eu sei, também fiquei chocada! Já sinto pena dos quase 500 mil estudantes do ensino fundamental que receberão a obra que será distribuída pelo Ministério da Educação. (Mais um absurdo para descredibilizar o Haddad). Segundo a autora do mal feito, erros gramaticais são aceitos na língua falada, ou seja, ninguém pode me julgar mal se eu disser “os livro que comprei estão emprestado”! Quando soube disso, imediatamente me lembrei do livro “Preconceito Linguístico”, de Marcos Magno, o qual li no 1º período do meu curso, na disciplina de Oficina de Texto. Segundo o autor, a linguagem gera desigualdades sociais e, dessa forma, aquele que diz “nós pega” ou “os livro” não comete um erro, pois a sua cultura é tão válida quanto qualquer outra. Na teoria, não parece tão ruim, mas será que na realidade isso não contribui ainda mais com o preconceito? Por que manter um estudante na ignorância ao invés de ajudá-lo a se inserir na sociedade do conhecimento? Quem fala mal, escreve mal… #fato!

Alguém que tem domínio da língua portuguesa descriminaria alguém que falasse “Os menino vai”, não acham? E numa entrevista de emprego? Qual seria o resultado disso? #aff

Na boa, é muito dinheiro investido no lugar errado! E a luta em priorizar a #educação? Pra    onde foi?

O nome do livro é, sem dúvidas, a maior ironia, pois só proporciona uma vida PIOR a um brasileiro que luta incessantemente para sair da pobreza. Além disso, essa ‘babozeira’ toda só serve para aumentar a preguiça das pessoas em aprender o modo correto de se falar o português.

#Inaceitável

É triste ver o país investindo R$ para emburrecer a população. #Brasilfail

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